Security scanning no pipeline
SAST, DAST, análise de dependências, scanning de containers e detecção de segredos configurados como jobs nativos do GitLab CI, com gates por merge request e severidade ajustada ao seu risco.
Serviço · Segurança no ciclo de vida
Segurança que anda na velocidade do deploy.
Segurança não é uma etapa no fim do projeto — é um atributo de cada commit. Como GitLab Select Partner (PSP e Champion), a Excelium integra verificação contínua em todo o ciclo de vida do software: SAST, DAST, análise de segredos, dependências, containers e IaC rodando dentro do pipeline. Shift-left de verdade, com vulnerabilidades tratadas no contexto da mudança — antes do merge, não semanas depois.
SAST, DAST, análise de dependências, scanning de containers e detecção de segredos configurados como jobs nativos do GitLab CI, com gates por merge request e severidade ajustada ao seu risco.
Verificação de Terraform, Helm e manifests Kubernetes contra misconfigurations, mais SBOM e assinatura de artefatos para garantir a procedência da cadeia de suprimentos.
Triagem priorizada no Vulnerability Report do GitLab, fluxo de remediação por MR e rotação de segredos via Vault ou secret manager da sua nuvem — nada de credencial hardcoded no repositório.
Políticas de scan e aprovação versionadas (security policies, scan execution e merge request approvals), com trilhas de auditoria prontas para ambientes regulados.
Isolamento de runners, controle de acesso por job, proteção de branches e ambientes, e least privilege nas integrações com nuvem e registries.
Onboarding dos squads no fluxo: como ler um achado, corrigir no contexto e manter o pipeline verde sem virar gargalo — segurança como hábito, não como veto externo.
Detectar uma vulnerabilidade no merge request custa uma fração do que ela custa em produção. O shift-left antecipa o achado para onde o contexto ainda está fresco e a correção é barata.
Os checkpoints rodam automaticamente em cada pipeline, em paralelo. O time entrega no mesmo ritmo — a segurança vira parte do fluxo, não um portão manual que trava o deploy.
Como parceiros GitLab (Select, PSP e Champion), implementamos os scanners nativos com a configuração certa para o seu stack — sem ferramenta colada por fora gerando ruído e falso positivo.
Cada mudança carrega quem aprovou, quais scans passaram e qual a procedência do artefato. Quando a auditoria chega, a evidência já existe — não precisa ser reconstruída.
Não, quando bem configurado. Os scanners do GitLab rodam em paralelo aos jobs de build e teste, com cache e severidade ajustada para que apenas o que importa bloqueie o merge. O ganho de não descobrir um problema em produção compensa de longe os segundos adicionais no pipeline.
Vários scanners (SAST, detecção de segredos e análise básica) estão disponíveis em tiers mais baixos; recursos como DAST, security policies e o Vulnerability Report completo exigem Ultimate. No HealthCheck mapeamos o que já dá para ativar hoje e o que justifica o upgrade no seu contexto.
Os dois caminhos são válidos. Priorizamos os scanners nativos do GitLab pela integração de ponta a ponta, mas integramos suas ferramentas existentes ao pipeline quando fazem sentido — consolidando os achados em um único fluxo de triagem e remediação.
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