Métricas de entrega
Lead time, frequência de deploy, taxa de falha em mudança e tempo de recuperação — as quatro medidas DORA, instrumentadas no próprio pipeline em vez de coletadas à mão.
Prova, não promessa
Segurança, entrega e custo medidos em projetos reais. As identidades dos clientes são preservadas por confidencialidade — os números vêm dos relatórios de entrega.
Todo case aqui parte de um número anterior ao projeto. Sem linha de base não há resultado — há impressão. Na fase de diagnóstico registramos o estado inicial (tempo de pipeline, volume e severidade de vulnerabilidade, frequência de deploy, custo de execução) e é contra esse retrato que o ganho é reportado depois.
Lead time, frequência de deploy, taxa de falha em mudança e tempo de recuperação — as quatro medidas DORA, instrumentadas no próprio pipeline em vez de coletadas à mão.
Vulnerabilidade detectada, resolvida e aceita com justificativa, por severidade. O número que importa não é quanto se detecta — é quanto se resolve e em quanto tempo.
Custo de execução de pipeline, licenciamento e o esforço de engenharia que deixa de ser gasto em trabalho manual recorrente — normalmente a maior parcela e a menos contabilizada.
Os ambientes em que atuamos costumam ser regulados — PCI DSS, dados pessoais sob LGPD, sistemas financeiros. Publicar o nome do cliente junto do detalhe técnico da esteira de segurança dele seria, por si só, um problema de segurança. Então publicamos setor, escala, método e números, e mantemos a identidade fora: os resultados são verificáveis internamente por quem contratou, e nomeamos apenas com autorização expressa.
O diagnóstico gratuito de 30 minutos já produz a linha de base: mapeamos os gargalos da sua esteira e o que dá para medir a partir de hoje.