GitLab Free
Suficiente para começar. O limite aparece quando o time cresce.
Ver detalhes →Licenciamento · GitLab
Free, Premium ou Ultimate — qual resolve o seu problema.
A maior parte dos times erra o licenciamento do GitLab em uma das duas direções: paga por um tier que não usa, ou fica num tier que já virou gargalo e compensa a falta com processo manual e ferramenta de terceiro. Nenhum dos dois aparece na fatura — aparece no tempo de revisão, no retrabalho e no risco que ninguém mede. Esta página existe para você decidir com critério técnico: o que cada tier realmente destrava, os sinais de que chegou a hora de subir, e o que muda quando o licenciamento vem por um parceiro que também implementa.
Como GitLab Select Partner, Professional Services Partner (PSP) e Partner Champion, a Excelium licencia e implementa — a mesma equipe que dimensiona o tier é a que coloca a plataforma em produção. Não vendemos assento a mais para fechar número.
Suficiente para começar. O limite aparece quando o time cresce.
Ver detalhes →Governança de revisão e escala de pipeline, sem a suíte de segurança.
Ver detalhes →Segurança e compliance como parte do pipeline, não como anexo.
Ver detalhes →A pergunta útil não é “o que vem no tier?”, é “o que hoje me impede de entregar?”. Revisão sem regra de aprovação, pipeline que não escala, auditoria montada em planilha — cada uma dessas dores aponta para um tier específico. Comparar 200 checkboxes não decide nada.
Times em Free frequentemente sustentam scanner de segurança, ferramenta de aprovação e relatório de compliance em produtos separados. Somado, isso costuma custar mais do que o tier que traria tudo nativo — e ainda cobra o preço de integrar e manter.
Mudar de tier no meio de um ciclo anual é possível, mas raramente é barato ou conveniente. Vale dimensionar considerando o roadmap: entrada em ambiente regulado, auditoria prevista, crescimento de time ou adoção de IA no fluxo.
Recursos de IA (GitLab Duo) e capacidade extra de computação são add-ons, comprados por cima do tier. Confundir os dois distorce a comparação: você pode estar avaliando subir de tier quando o que resolve é um add-on — ou o contrário.
Você opera a instância (on-prem ou na sua nuvem). Máximo controle sobre rede, dados e janela de atualização — e a operação é sua: upgrade, backup, dimensionamento de runner e disponibilidade. É a escolha comum quando há exigência de residência de dados ou integração com rede interna.
O GitLab opera a plataforma. Menos esforço operacional e sempre na versão mais recente, com o custo de menos controle sobre a infraestrutura. Costuma ser o caminho mais rápido para começar e o mais previsível de manter.
Instância single-tenant gerenciada pelo GitLab, com isolamento e escolha de região. Faz sentido quando você precisa do isolamento do self-managed sem assumir a operação — normalmente em contexto regulado.
O tier (Free/Premium/Ultimate) e a forma de hospedagem são decisões separadas: você escolhe as duas. Alguns recursos se comportam de modo diferente entre self-managed e SaaS — esse é um dos pontos que verificamos no diagnóstico, porque é onde mais aparece surpresa depois da compra.
O GitLab oferece trial gratuito com os recursos do Ultimate, o que permite validar a suíte de segurança e de compliance no seu próprio código antes de escolher o tier. Na prática, o trial só responde a pergunta certa se for montado com intenção: um repositório representativo, um pipeline real e os scanners ligados nos projetos que importam. Trial rodado num projeto de exemplo mostra que a ferramenta funciona, não se ela resolve o seu problema.
Escolha 1 ou 2 repositórios que representem a realidade do seu estate — de preferência os que mais doem hoje.
Suba um pipeline equivalente ao de produção, com build e testes reais, não um hello world.
Ligue os scanners (SAST, dependências, containers, IaC) e olhe o volume e o tipo de achado.
Meça o que importa para você: tempo de pipeline, achados por severidade, esforço de triagem.
Compare o resultado com o que hoje é feito por fora do GitLab — é aí que o custo real aparece.
Podemos conduzir o trial com você e entregar a leitura dos achados junto — é o mesmo trabalho do nosso HealthCheck, aplicado ao período de avaliação.
Levantamos assentos por perfil de uso, tier necessário e o que é add-on, antes de qualquer número. Se o tier menor resolve, é o que recomendamos.
Como PSP, entregamos licença e implementação juntas: instalação ou migração, pipeline, integração com identidade e política de segurança — sem repassar você para um terceiro depois da compra.
O canal de suporte e escalonamento passa por quem conhece o seu ambiente. Em incidente, isso encurta o caminho entre abrir o ticket e alguém entender o problema.
Antes de renovar, revisamos uso real: assento ocioso, tier superdimensionado, add-on que não se justifica. Renovação é uma boa hora para corrigir o dimensionamento, não para repetir o do ano anterior.
Licenciamento por assento, em ciclo anual. O valor depende de tier, volume de assentos e add-ons — dimensionamos antes de propor.
Community Edition (CE) é a distribuição open source do GitLab, que você instala e opera; Free é o plano gratuito. Na prática, quem diz “CE” normalmente quer dizer GitLab self-managed sem licença paga — funcional e sem custo de licença, mas sem suporte com SLA do fornecedor e sem os recursos de Premium e Ultimate. O custo aparece na operação, não na fatura.
Sim — o tier vale para a instância ou o grupo, não por usuário. Não é possível ter parte do time em Premium e parte em Free no mesmo namespace. Isso pesa no dimensionamento e é uma das razões para contar assento por perfil de uso antes de fechar.
Depende de quantas peças você já mantém por fora. Uma ferramenta pontual bem integrada pode ser suficiente. Mas quando já são três ou quatro — scanner, aprovação, relatório de compliance, gestão de vulnerabilidade — o custo de integrar e manter costuma superar a diferença de tier, e você continua sem uma visão única. É exatamente a conta que fazemos no diagnóstico.
Não como parte do tier. As capacidades de IA do GitLab (Duo) são licenciadas como add-on por cima do plano, e o que está disponível varia conforme o add-on e o tier de base. Trate como uma linha separada no orçamento — e avalie contra o uso real, não contra a expectativa.
Sim, upgrade é direto. Downgrade no meio do ciclo é onde há atrito, porque o compromisso é anual e você perde acesso a recursos que talvez já tenham entrado no fluxo do time. Por isso recomendamos dimensionar olhando o próximo ciclo, não o mês corrente.
Sim. Licenciamos como parceiro GitLab no Brasil, com faturamento local e o processo comercial adequado a compras corporativas — incluindo a documentação que áreas de compras e jurídico normalmente pedem.
Esta página descreve as fronteiras de capacidade entre os tiers, que são estáveis, e não reproduz a lista completa de recursos nem valores — os dois mudam ao longo do tempo. Para o inventário definitivo consulte a matriz oficial de recursos do GitLab e a página oficial de planos. Última revisão do conteúdo: .
Agende um diagnóstico gratuito de 30 minutos: levantamos assentos por perfil de uso, o tier que resolve o seu caso e o que é add-on — antes de qualquer proposta.