Suíte de segurança nativa no pipeline
SAST, DAST, escaneamento de dependências, de containers e de IaC, além de fuzzing — rodando como estágio do pipeline, com resultado no próprio merge request. O desenvolvedor vê o achado onde já está trabalhando, não num relatório que chega depois.
Gestão de vulnerabilidade
Vulnerabilidade deixa de ser saída de log e passa a ter estado, dono, histórico e decisão registrada — incluindo aceite de risco justificado. É o que transforma volume de achado em trabalho tratável.
Políticas de segurança centralizadas
Política de execução de scan e de aprovação obrigatória definidas no nível de grupo, aplicadas a todos os projetos. Um controle central em vez de configuração replicada — e auditável.
Compliance e auditoria
Frameworks de compliance aplicáveis por projeto, centro de compliance e trilha de auditoria avançada. A evidência que a auditoria pede passa a ser consulta, não escavação em log de vários sistemas.
Visão de portfólio e value stream
Análise de fluxo de valor e gestão de portfólio acima do time — para responder onde o trabalho realmente trava, com dado em vez de percepção.
Usuários guest sem custo de assento
Perfis de leitura e acompanhamento não consomem assento pago, o que costuma reduzir bastante o dimensionamento quando há muita gente de negócio ou auditoria só acompanhando.